20 fevereiro 2017

UM BRAÇO DE APOIO, UMA MÃO AMIGA.





Com a modernidade e facilidade dos aplicativos para Smartphones, quase que diariamente falo, quer dizer digito e troco idéias com os frutos do  persistente trabalho de evangelismo pessoal que sempre realizei, quer falando com cada pessoa ou mesmo distribuindo folhetos, e  um folheto em 1985 acabou  trazendo-o  à vida plena e abundante que Cristo oferece. Lógico que é sempre gratificante ter alguém assim no relacionamento, porque isto gera saúde e nos motiva a continuar na empreitada que o Senhor nos chamou.

Quase sempre fico pensando que amigos e colegas de ministérios também experimentaram alegria como a minha, mas também, tem os que como de igual forma já passei, depararam se na trajetória ministerial com adversidades geradas, por exemplo, por um gigante do tipo Isbi-Benobe.

Estou falando do ocorrido em 2 Samuel 21 quando da narrativa de guerras contra os filisteus, mais precisamente a partir do versículo 16. Davi estava acostumado pelejas renhidas e desce com seus guerreiros, mas esta luta resulta num cansaço fora do comum tornando-o presa fácil do maligno Isbi-Benobe que portando uma espada nova intentava ferir a Davi.

O inimigo conhecia a Davi, sabia o que queria ferindo-o, tanto que Abisai que socorre o rei matando o filisteu reúne os companheiros de batalha, convencionam não permitir sob juramento que Davi não mais os acompanharia nas batalhas para que a luz de Israel não se apagasse.

O esquema, a estratégia do inimigo tem a mesmice desde o Jardim do Éden de sempre ferir a liderança, deslocar os que portam a luz do esclarecimento, a direção ou norte do grupo. Nem sempre gostamos de admitir isto, mas é uma realidade. Um pequeno ataque contra o filho, uma ação mais afrontante pessoal por alguém da confiança, tudo isto somatiza um abatimento físico e psíquico, talvez na hora que mais precisamos de energia para a batalha da vida cotidiana em andamento e que parece infindável.

Quem sabe o episódio do socorro de Abisai a Davi leve principalmente os que estão liderando grupos a precaverem se com o iminente perigo de uma proliferação quase que imperceptível dos Isbi-Benobes que se apoderam do momento adequado do nosso cansaço para usar a sua espada ferina para tentar nos anular na árdua batalha que temos que levar avante pela causa do Senhor.

Creio que podemos usar a ênfase do texto, como um conclamar a cada um que está à frente de um trabalho, que lidera, que dirige, que preside, para que atente para a descoberta de um verdadeiro Abisai, capaz mesmo cuidar e velar pela liderança.

Durante 27 anos à frente da Missã Paz e Vida de Mogi Guaçu tive a felicidade ter encontrado não um, mas vários companheiros, amigos e fiéis escudeiros como Abisai. Um deles é este que troca mensagens semanalmente comigo e  que sempre, onde quer que eu esteja, está sempre pronto a apoiar, socorrer e ser por esteio na hora do cansaço de quem está na batalha há tanto tempo.

Evidentemente por nossas  tantas atribuições ministeriais, necessariamente não precisamos estar todos os dias juntos, mas, ele como filho, é iguaal a Abisai, dotado de  atenção  ao perigo do ataque de Isbi-Benobe e capaz de ser uma mão amiga na hora do cansaço.

Tenho orado para que cada líder encontre seu Abisai e desfrute do companheirismo, amizade e fidelidade, mas que atente também ao perigo da retomada dos Isbi-Benobes, infelizmente, mais fáceis de despontarem do que os Abisais, e que estes possam dizer aos Davis que Deus tem levantado: você pode contar comigo irmão, ofereço o meu braço de apoio, a sua dor é a minha dor. Desta forma experimentaremos um pouquinho do que é unidade. 

"UNIDADE NÃO É PARTICIPAR UNIDOS DE EVENTOS IDEALIZADOS POR UM OU OUTRO GRUPO, UNIDADE É SE OFERECER EM APOIO NA HORA MAIS DIFICIL A QUEM NOS CONDUZIU A CRISTO" 

"ANTES DE MOSTRAR AS PATENTES DE COMANDANTE, SEJA O ABISAI QUE AUXILIA AO QUE TE LEVOU ÀS FILEIRAS DE DEUS"

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